Terça-feira, 4 de Julho de 2006

Queria escrever...

Queria escrever... escrever algo só para ti! Escrever palavras de ternura, de magia.... Queria dizer-te com elas o que sinto. Explicar os sentimentos, colocando em cada silaba os meus sentidos...

 

Peguei numa folha e pedi ao coração para escrever seu ritmo e fazer das palavras uma melodia que pudesse embalar teu coração. Esperei... Cada palavra que nascia imensa no peito, ficava pequenina, perdida no deserto de uma pagina em branco... Não sabia como dizer as palavras que vinham da alma...

 

Pintei a folha de azul...cor de céu onde as nuvens se fazem algodão sempre que te invento junto a mim. Coloquei no meio uma pequena lagrima que depressa se transformou em mar calmo... Num cantinho, desenhei um sorriso perfeito e ele logo se fez sol!

 

Olhei para a folha, e pareceu-me perfeita... até notar que havia na praia dos sentidos a tua ausência e a falta de ti.... O mar que senti calmo, tinha tempestades de emoções e o sol queimava de saudades...

 

Queria escrever... escrever algo só para ti. Não fui capaz.... porque não se escreve o amor que se sente, a doçura de um beijo, a dor de uma saudade...


Escrito da alma: Madalena às 09:59
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7 comentários:
De C. a 5 de Julho de 2006 às 15:19
Queres palavras para definir o teu sentir… tenho palavras não tenho o teu sentir…

Tenho o desespero de querer possuir a tua alma e ser quem tu és, sentir como tu sentes.

Tu devias ser o meu corpo… Tu devias sentir o que sinto…

Devias sentir o meu ser no espírito e na carne, na dor e no prazer, na posse e na entrega.

Devias sentir o que sou quando percorro o teu corpo no momento em que ele se revela.

Devias sentir o que sinto quando sei que te dói; a dor constrói um mundo em que não há corpo, em que não há tempo… a dor é pura e infinita… como a alma.

Devias sentir o que sinto quando a tua mão me agarra, quando a faço eu agarrar por ti.

Devias sentir o que sinto quando do devagar passo à força...

No momento em que fazes de mim a besta devias sentir o que eu sinto…

…aí eras eu… aí já tinhas palavras.


...meu Doce Anjo.


De elfo a 7 de Julho de 2006 às 01:08
Amigo grande comentário parabens. Pena que é a transcrição de um texto deste blog, escrito pelo Rafael. Que falta de originalidade. Mas a intenção é que conta. Seja ela qual for.


De C. a 7 de Julho de 2006 às 10:06
Amigo Elfo, obrigado pelo aviso à navegação...

Vejo que expressas legítima preocupação pela originalidade do comentário. Quero tranquilizar-te. O Raphael sabe qual é a intenção ("aquela que conta") e aprova a utilização do seu texto (aliás, e já que mencionaste o nome dele, o Raphael aprova todos os textos que escrevo).

Espero que continues tão atento como estiveste e que não desanimes no teu permanente desafio de olhar pela qualidade dos comentários que se fazem neste blog (e Deus sabe que alguns bem necessitam da tua atenção).

C.


De elfo a 7 de Julho de 2006 às 00:50


Tempos atrás, viviam duas crianças, um menino e uma menina,
que tinham entre quatro e cinco anos de idade.



O menino chamava-se Amor e a menina, Loucura.



O Amor sempre foi uma criança calma, doce e compreensiva.



Já a Loucura era muito emotiva, passional e impulsiva.



Entretanto, apesar de todas as diferenças,
as crianças cresciam juntas, inseparáveis:

brincando, brigando...



Houve um dia, porém, em que o Amor

não estava muito bem, e acabou cedendo

às provocações de Loucura, com a qual

teve uma discussão muito feia.



Ela não deixava nada barato;estava furiosa como nunca
com o Amor, e começou a agredi-lo, não só

verbalmente, como de costume.



A menina estava tão descontrolada que agrediu o garoto fisicamente
e, antes que pudesse perceber, arrancou os olhos do Amor.



O Amor, sem saber o que fazer, chorando,

foi contar à sua mãe, a deusa Afrodite,

o que havia ocorrido.



Inconsolada, Afrodite implorou a Zeus que ajudasse seu filho
e que castigasse Loucura.



Zeus, por sua vez, ordenou que chamassem a garota
para uma séria conversa.



Ao ser interrogada, a menina respondeu, como se estivesse com
a razão, que o Amor havia lhe aborrecido e que foi

merecido tudo o que aconteceu.



Embora soubesse que não fora justa com seu amigo,
a menina - que nunca soube se desculpar - concluiu dizendo :

que a culpa havia sido do Amor,e que não estava nem um

pouco arrependida.



Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela criança,
disse que nada poderia fazer para devolver a visão ao Amor,
mas ordenou que Loucura estaria condenada a guiá- lo
por toda a eternidade, estando sempre junto ao Amor
em cada passo que este desse.



E até hoje eles caminham juntos.



Onde quer que o Amor esteja, com ele estará Loucura,
quase que fundidos numa só essência, tão unidos que

por vezes não se consegue definir onde termina
o Amor e onde começa a Loucura.



É também por isso que se costuma dizer que o Amor é cego.



A verdade é que: - o Amor tem os olhos da Loucura.







De samuel a 8 de Julho de 2006 às 03:48
interessantes os comentários por aki...


De Noite a 13 de Julho de 2006 às 12:39
Olha que nas palavras se envolvem sentidos e muitas vezes conseguimos desenhar com elas quadros perfeitos, onde o amor é tema.


De bruno a 17 de Julho de 2006 às 15:52
Visitem: http://smackdownraw.blogs.sapo.pt


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