Segunda-feira, 2 de Agosto de 2004

Minhas palavras

As vezes quando o coração quer falar, as palavras ficam presas na garganta e torna-se impossivel pronucia-las. E em vez de dar alegria, felicidade...provocam dor. E não é só a quem as quer dizer mas tambem a quem espera ouvir.
Tal qual um pintor, que vê nascer sob seus dedos as cores do arco íris, pinto minhas palavras de preto numa tela que toda a gente pode ver.
São palavras ditas ao vento, sem nunca esperar que elas encontram um abrigo ou o eco.
É minha maneira de as dizer sem magoar ninguem...espero eu!
Mas são e serão sempre palavras ditas pelo coração.
Talvez ela não sejam as mais adequadas para expressar o que o coração sente, mas isso é porque as vezes não há palavras para descrever uma emoção, um sentimento.
São palavras simples como eu. Ditas aqui em voz alta, para aliviar um pouco este coração que grita sem ninguem ouvir.
Palavras...são a voz de minha alma, ditadas pelo coração.
Palavras...são as minhas emoções, meus sentimentos.
Palavras...são pedacinho de mim!

Escrito da alma: Madalena às 08:37
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1 comentário:
De Anónimo a 19 de Agosto de 2004 às 23:08
Li, cuidadosamente todos os escritos apresentados. Em primeiro uma palavra de apreço, de gratidão e de elogio à distinta escritora; que por anónima seja vem demonstrar uma capacidade de bem servir as letras neste país. Nos últimos escritos seria neles em que me debruçaria e os relia por várias vezes. Mais me dariam para presenciar o sentido desta grande escritora; pela forma tão sublime como apresenta e descreve tais acontecimentos com palavras em que elas mesmas tocam, sensibilizam e vão de encontro à vida do leitor. Pois elas espelham e reflectem o quotidiano da vida terrena e que por vontade de alguém para a sua última morada a eternidade. Muito me sensibilizaria no demostrar também dos seus mais dignos e nobres sentimentos: mulher de uma astúcia e inteligência invulgares, de quem parte para o encontro da vivência no seu sentido mais humano e prevalecendo o carinho nestes seus mesmos escritos.
Daqui o meu bem haja à ilustre escritora e simultaneamente uma palavra de encorajamento pela forma como se distingue com uma vulgaridade extrema no tratar e apresentar assuntos de tão invulgar subtileza.
Américo
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(mailto:psilva11@hotmail.com)


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